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ESCOLA
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NÍVEL
II (9º Ano)
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ES
Jerónimo E Andrade
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Operador
de Distribuição Nível II - III
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ES
Vitorino Nemésio
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Operador
de Informática Nível II - II
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Serralheiro
Civil Nível II - II
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EBI
Biscoitos
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Carpinteiro
Limpos Nível II – II
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Cuidador
de Crianças e Jovens Nível II – II
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Empregado
de Andares Nível II – II
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Operador
Agrícola Nível II - II
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Operador
de Informática Nível II - III
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EBI
Angra
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Operador
de Informática – Nível II - II
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Operador
de Pecuária – Nível II - II
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quarta-feira, 22 de maio de 2019
OFERTA FORMATIVA 2019/2020
NÍVEL II
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Oferta formativa Escola Profissional do Pico
A Escola Profissional do Pico remeteu ao SPO a sua oferta formativa para o ano letivo de 2019-2020.
Estarão disponíveis os seguintes cursos:
Nível IV
para os alunos que estão a terminar o 9º ano
1. Informática de Gestão
2. Auxiliar de Saúde
Nível V - CET -
para os alunos que estão a terminar o 12º ano
1. Turismo de Ar Livre
Temos panfletos informativos destes cursos no SPO! Vem buscar o teu!
Ou visita a página:
http://www.ep-pico.com/
Estarão disponíveis os seguintes cursos:
Nível IV
para os alunos que estão a terminar o 9º ano
1. Informática de Gestão
2. Auxiliar de Saúde
Nível V - CET -
para os alunos que estão a terminar o 12º ano
1. Turismo de Ar Livre
Temos panfletos informativos destes cursos no SPO! Vem buscar o teu!
Ou visita a página:
http://www.ep-pico.com/
terça-feira, 26 de março de 2019
OEV1819
No âmbito dos objectivos delineados para a Orientação Educacional e Vocacional do Ensino Secundário, o Serviço de Psicologia e Orientação promove em parceria com o IPBeja uma visita deste instituto à ESVN com o propósito de divulgar a sua oferta formativa, esclarecimento de dúvidas e apresentação do protocolo realizado entre estas duas entidades, que permitirá aos alunos o acesso a bolsas especificas criadas para o efeito.
Assim, a actividade realizar-se-à no dia 3 de Abril pelas 10H sala 1.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
OEV - 1819
No âmbito dos objectivos delineados para a Orientação Educacional e Vocacional do Ensino Secundário, o Serviço de Psicologia e Orientação promove em parceria com o ISEG uma visita desta universidade à ESVN com o propósito de esclarecer os alunos sobre as diferenças entre Gestão e Economia, as dificuldades de estudar fora, e muitos outros assuntos que se revelam pertinentes nesta fase de DECISÃO.
Assim, a actividade realizar-se-à no dia 11 de Fevereiro pelas 10H na Sala 21.
As inscrições realizaram-se junto dos Directores de Turma no decorrer do mês de Janeiro.
Assim, a actividade realizar-se-à no dia 11 de Fevereiro pelas 10H na Sala 21.
As inscrições realizaram-se junto dos Directores de Turma no decorrer do mês de Janeiro.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
ORIENTAÇÃO VOCACIONAL
É pai ou encarregado de educação de um aluno que frequenta o 9º ano de escolaridade na ESVN?
Então esta informação é para si!
No dia 22 de janeiro haverá uma sessão de apresentação do Programa de Orientação Vocacional.
Neste momento, receberá informação acerca do processo de orientação do seu educando nesta transição para o ensino secundário. Também irá obter informação acerca dos vários percursos formativos pelos quais o seu educando poderá optar!
Aproveite também para colocar as suas dúvidas acerca do programa, dos cursos ou até mesmo de questões relacionadas com o Ensino Superior.
A sessão será orientada pela psicóloga escolar.
Aproveite! Há um mar de informação à sua espera!
Apoio o processo de tomada de decisão do seu educando! Ajude-o a escolher!
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Ponto de Combate à Violência
O PONTO DE COMBATE À VIOLÊNCIA têm por objetivo:
- Baixar os índices de violência na comunidade escolar;
- Promover a Cidadania.
Assim, se foste AGRESSOR, VITIMA ou ESPECTADOR de violência física, verbal ou através das redes sociais podes pedir ajuda à PSICÓLOGA Daniela Pacheco.
COMO?!
- Através da Ficha Ponto que podes encontrar na reprografia, no site da escola e no gabinete da Psicóloga Daniela no piso de informática.
- Através do preenchimento da mesma ficha em formato online https://goo.gl/forms/djDK65gorRFXvRKn2
QUEM PODE SINALIZAR?!
Todos os constituintes da comunidade escolar, ou seja, alunos, docentes, funcionários e encarregados de educação.
MAS AFINAL O QUE É ISTO DE VIOLÊNCIA?!
Violência: "o uso intencional da força
física ou poder, ameaça ou real, contra si próprio, outra pessoa, ou contra um
grupo ou comunidade, que resulte ou tenha uma alta probabilidade de resultar em
lesão, morte, dano psicológico, mau desenvolvimento ou privação" (OMS, 1996)
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
INSPIRING FUTURE
Inscreve já a tua turma!!
Esta atividade é promovida pela Associação Inspirar o Futuro que trabalha com os jovens do ensino secundário, ajudando-os a responder à pergunta: "o que vou fazer a seguir?".
A FEIRA será constituída por vários representantes de diversas Universidades e será disponibilizada informação sobre o Ensino Superior em geral, bem como, ferramentas de apoio à candidatura e tomada de decisão dos alunos .
Estás com dúvidas?? não percebes-te muito bem do que se trata?!! Dirige-te ao SPO que nós esclarecemos todas as tuas dúvidas.
Esta atividade é promovida pela Associação Inspirar o Futuro que trabalha com os jovens do ensino secundário, ajudando-os a responder à pergunta: "o que vou fazer a seguir?".
A FEIRA será constituída por vários representantes de diversas Universidades e será disponibilizada informação sobre o Ensino Superior em geral, bem como, ferramentas de apoio à candidatura e tomada de decisão dos alunos .
Estás com dúvidas?? não percebes-te muito bem do que se trata?!! Dirige-te ao SPO que nós esclarecemos todas as tuas dúvidas.
Esperamos por ti!
quinta-feira, 26 de abril de 2018
quinta-feira, 19 de abril de 2018
NOVO Espaço Informativo - OEV17|18
Agora tens um espaço no SPO da ESVN onde poderás esclarecer algumas dúvidas relativamente à Orientação Educacional e Vocacional. Este espaço tem como principal objetivo informar-te sobre a oferta formativa disponível para o próximo ano letivo.
Não deixes de o visitar :)
Não deixes de o visitar :)
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
No passado dia 17 de Janeiro decorreu no auditório da Escola Secundária Vitorino Nemésio uma sessão de esclarecimento sobre o Programa de Orientação Educacional e Vocacional 2017/2018.
O Serviço de Psicologia e Orientação agradece a todos os encarregados de educação que compareceram e contribuíram para a discussão do mesmo programa.
Juntos vamos conseguir orientar os alunos no caminho da melhor decisão.
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
segunda-feira, 17 de julho de 2017
sexta-feira, 14 de julho de 2017
Abraçar o fracasso
Superar o erro, a falha ou o fracasso é uma competência essencial para lidarmos com a vida e com o futuro. Como podemos ensinar às nossas crianças a lidar com o fracasso de forma positiva e a querer tentar outra e outra vez?
É possível ensinar a abraçar o fracasso!
Veja como, neste artigo muito interessante da Edutopia.
Avoiding "Learned Helplessness"
By
We all have students that just want to "get it right." We all have students that constantly seek the attention of the teacher. "Did I get this right?" "Is this what you want?" Now while it's certainly a good thing to affirm students in their learning, many times we want students to be creative with their learning. We allow them to own their learning and create assessment products where they can show us what they know in new and inventive ways. Because of this, there isn't "one right answer," yet our students are often trained to think that there can be only one.
Similarly, we want students to be reflective, to ask themselves, "How do I know if I'm on the right track?" or "What could I do next?" Instead of coming immediately to the teacher, we want students to experiment on their own. Many of us wonder why students constantly do the opposite instead. I've got news for you. It's our fault. We, as educators, are often responsible for learned helplessness, and we have a responsibility to change it! How can we empower our students to be self-directed learners?
We need to take responsibility for empowering our students, and to scaffold the process of self-direction. Self-direction doesn't happen overnight, especially, when many of our students, based on specific structures of schooling, are trained to be helpless. Although we can take steps as individual educators to avoid learned helplessness, we need to reexamine the systems of schooling, from curriculum to assessment and instruction, to allow for empowerment rather than always getting the right answer.
Instructional Coach at Shanghai American School
We all have students that just want to "get it right." We all have students that constantly seek the attention of the teacher. "Did I get this right?" "Is this what you want?" Now while it's certainly a good thing to affirm students in their learning, many times we want students to be creative with their learning. We allow them to own their learning and create assessment products where they can show us what they know in new and inventive ways. Because of this, there isn't "one right answer," yet our students are often trained to think that there can be only one.
Similarly, we want students to be reflective, to ask themselves, "How do I know if I'm on the right track?" or "What could I do next?" Instead of coming immediately to the teacher, we want students to experiment on their own. Many of us wonder why students constantly do the opposite instead. I've got news for you. It's our fault. We, as educators, are often responsible for learned helplessness, and we have a responsibility to change it! How can we empower our students to be self-directed learners?
Curate and Create Learning Resources
If we want to have students seek out other information from sources other than the teacher, then we must make sure those resources are available. Many teachers using the flipped classroom approach already have created or found these kinds of resources. However, think broadly about the word resource. People are resources, texts are resources, and community organizations are resources -- to name just a few categories. We have to be comfortable not always knowing the answer, and instead suggesting we find the answer together through the vast amount of learning resources that we have at our disposal. Try curating these resources before, during, and after a unit. Work with students as well to create a culture where the answers are everywhere.Questions "For" (Not "About") Learning
What do I mean by this? Instead of using questions to check for understanding and getting the right answer, we can use questions to probe students' thinking and push them to think about their learning. Questions can serve as powerful redirection tools that promote metacognition. Instead of responding with "Yes" or "No," ask a student, "Why do you think that?" If you notice an error or gap in learning, try using questions that push the student to think:- What else could you try?
- Have you experimented with another idea?
- Why do you think this is true?
Stop Giving Answers
Often, when a student fails or makes mistakes, we want to fly in like a superhero and give the answer. "This is what you need to do." We come to save the day, and pat ourselves on the back for being a great teacher. In fact, we may have done that student a disservice. This doesn't come from a bad place, or suggest that we're bad at teaching. On the contrary, we care for our students, so we want to help them whenever we can. Ask yourself this: By helping that student, will he or she own the learning, or are you doing the learning for him or her? This means that sometimes we need to get out of the way. If students are working in teams, for example, and are arguing (safely) about what to do next, we need to let them solve the problem on their own and then check in. "I heard an argument. Did you guys figure it out? Great work at problem solving!" Of course, if students are floundering, and failure is not productive, by all means step in. But also feel free to allow yourself wait time before you do so!Allow for Failure
I firmly believe that failure is a powerful learning tool, but we have to make sure that we create a culture where it is OK to fail forward. Do you grade everything? If so, you may not be communicating that it's OK to fail. Do you allow for multiple drafts and revisions and demand high-quality products? If so, you are communicating to students that they have multiple tries to learn and, more importantly, that they can be creative and experiment. In addition, we should be there to support students when they do fail, and to help get them back on the right track.We need to take responsibility for empowering our students, and to scaffold the process of self-direction. Self-direction doesn't happen overnight, especially, when many of our students, based on specific structures of schooling, are trained to be helpless. Although we can take steps as individual educators to avoid learned helplessness, we need to reexamine the systems of schooling, from curriculum to assessment and instruction, to allow for empowerment rather than always getting the right answer.
sexta-feira, 23 de junho de 2017
O Ministério da Casa
Que futuro para os alunos NEE depois da escola?
Por Alexandre Henriques
A escola atual é provavelmente o espaço onde os alunos ditos
“especiais” são mais acompanhados e estão mais integrados. Depois da
escola, os seus destinos são muitas vezes uma incógnita e infelizmente
uma sociedade que exige uma escola inclusiva, esquece frequentemente o
que é a inclusão, principalmente quando esta lhe bate à porta…
http://www.comregras.com/futuro-os-alunos-nee-da-escola/
Fica o artigo de Filinto Lima ao JN alusivo ao assunto.
http://www.comregras.com/futuro-os-alunos-nee-da-escola/
Fica o artigo de Filinto Lima ao JN alusivo ao assunto.
Indiferentes à diferença?
As
escolas fazem um trabalho notável no âmbito da Educação Especial (EE),
mérito dos professores respetivos, técnicos e assistentes operacionais
(vulgo funcionários) que se entregam na plenitude para dar a melhor
resposta a quem, como perfil, apresenta “limitações significativas de
caráter permanente” que “resultam em dificuldades continuadas ao nível
da comunicação, aprendizagem, mobilidade, autonomia, relacionamento
interpessoal e participação social”.
O número de alunos sinalizados com
necessidades educativas especiais (NEE) tem aumentado de uma forma,
porventura, descontrolada (todos os anos cresce na ordem dos milhares –
apenas este ano letivo contabilizou 4441 novas elegibilidades) – em
contraciclo com a diminuição do número global de discentes -, julgando
que algumas sinalizações (devidas a problemas de comportamento ou
dificuldades transitórias de aprendizagem) possam estar a ser (mal)
encaminhados para a EE.
Se assim for, estamos a desviar recursos
(humanos e logísticos) daqueles que verdadeiramente necessitam, e a não
acautelar os interesses de uma franja de alunos cuja intervenção não
passa pela EE, mas antes pela adoção de metodologias, estratégias,
recursos e abordagens terapêuticas mais apropriados…
As terapias destinadas aos alunos com NEE
desempenham um papel preponderante e o trabalho no terreno é realizado
com qualidade, em estreita parceria com os diversos intervenientes no
seu processo educativo e reabilitativo.
Porém, as pausas letivas, sobretudo as
tradicionais “férias grandes” deitam muito a perder, pois estes
discentes são considerados pela sociedade “especiais” só em tempo de
aulas…lamentável! Sendo um trabalho alicerçado na estruturação e na
consistência da intervenção, nas repetições e na persistência, como se
entende a ausência das terapias e outras valências, aquando da
interrupção das atividades letivas? Alguém beneficia com a paragem
destes alunos entre junho e outubro?
Os professores e terapeutas que com eles
trabalham dizem-nos que, para além de não progredirem, muitas destas
crianças e jovens revelam regressões, bem como episódios de
desestruturação emocional, atirando por água abaixo o trabalho efetuado
nas escolas, cujo valor é inestimável.
Talvez por isso, em Vila Nova de Gaia, a Câmara Municipal lançou o Projeto
Gai@prende+I (que “pretende adaptar os programas às crianças com NEE”),
após ter no terreno atividades para todas as crianças, quer no período
não letivo (7.30 h até às 9 h e no fim das aulas), quer nas pausas,
incluindo as férias de verão. É um exemplo muito feliz de sensibilidade e
preocupação com os alunos, mas também com os cidadãos a tempo inteiro, a
quem, mais que ninguém, a inoperância decorrente da paragem forçada é
prejudicial ao seu bem-estar e desenvolvimento físico, emocional e
intelectual.
Outro investimento a “fundo perdido” (e
quantas vezes esbanjado…), para além da situação acima relatada, ocorre
com os casos graves e severos, a quem é aplicada a medida currículo
específico individual, particularmente no que respeita aos alunos
frequentadores das unidades de multideficiência e as de ensino
estruturado para a perturbação do espetro do autismo. O dinheiro
aplicado pelo Governo através do Ministério de Educação é desperdiçado
quando estes jovens, cidadãos do mundo, atingem os 18 anos e… passam
para a tutela do Ministério da Casa – o primeiro dia do resto das suas
vidas! Ou seja, chegados à maioridade, são obrigados a deixar a escola,
onde obtiveram progressos visíveis, e vão para um lugar que, apesar de
normalizado no século passado, afigura-se criminoso no presente: a casa.
Os sucessivos governos têm desprezado a
realidade e a sociedade enfia a cabeça na areia, pouco preocupados com
estes jovens especiais e, também, com os seus pais, eternos encarregados
de educação, cuidadores que desesperam face à incerteza com que
equacionam o amanhã dos filhos, que lhes apresenta perspetivas
desoladoras e cruéis, pois a impossibilidade de frequentarem uma
instituição especializada é o drama imerecido.
Não existindo, por enquanto, o Ministério
da Casa (!), será pedir muito aos nossos governantes que cuidem do
futuro destas pessoas? Continuaremos a ser indiferentes à diferença?
Quem lucra com a existência e criação de barreiras à inclusão?
terça-feira, 13 de junho de 2017
terça-feira, 6 de junho de 2017
encontro de pais
Venha participar nesta sessão dinâmica dirigida aos pais e encarregados de educação!
É na sua escola!
É na sua escola!
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