Escola
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Curso
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Nível/Tipo
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Tipologia do Curso
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ESCOLA
PROFISSIONAL VILA FRANCA DO CAMPO
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Técnico de Contabilidade
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Nível IV
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Profissional |
Técnico de Cozinha/Pastelaria
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Nível IV
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Profissional
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ESCOLA
PROFISSIONAL RIBEIRA GRANDE
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Técnico de Recepção
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Nível IV
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PROFISSIONAL
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Técnico de Informática de Gestão
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Nível IV
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PROFISSIONAL
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ESCOLA PROFISSIONAL DA SANTA
CASA DA MISERICÓRDIA DE
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Técnico de Agro-Pecuária
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Nível IV
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PROFISSIONAL
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PONTA DELGADA
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Técnico de Desenho Digital 3D
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Nível IV
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PROFISSIONAL
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ESCOLA PROFISSIONAL DAS CAPELAS
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Técnico de Restaurante/Bar
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Nível IV
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PROFISSIONAL
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Técnico de Cozinha/Pastelaria
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Nível IV
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PROFISSIONAL
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ESCOLA PROFISSIONAL DO PICO
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Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos
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Nível IV
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Profissional
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Técnico de Apoio Psicossocial
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Nível IV
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Profissional
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Escola Profissional da Ilha de
São Jorge
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Manutenção Industrial/Mecatrónica Automóvel
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Nível IV
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Profissional
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Produção Agropecuária
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Nível IV
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Profissional
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Turismo Ambiental e Rural
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Nível IV
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Profissional
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terça-feira, 16 de maio de 2017
Oferta Formativa 2017/2018 - Pico - S. Jorge - S.Miguel
quinta-feira, 11 de maio de 2017
Oferta Formativa para o próximo ano letivo 2017/2018. Aos decididos e aos indecisos, é sempre uma mais valia consultarem as opções que têm! Boa decisão
Oferta Formativa Cursos Profissionais e Profij Nível II tipo 3, Nível IV e Nível IV tipo 6
Escola
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Curso
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Nível/Tipo
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Tipologia do Curso
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ESJEA
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Operador/a
Distribuição
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Nível II Tipo 3
Alunos com 8º ou 9º ano por concluir
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PROFIJ
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Técnico/a Cozinha/Pastelaria
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Nível IV
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PROFIJ
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Técnico/a Restaurante/Bar
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Nível IV
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PROFIJ
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Técnico/a Desporto
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Nível IV
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PROFIJ
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Animador Sociocultural
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Nível IV
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PROFIJ
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Técnico/a Auxiliar de Saúde
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Nível IV
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PROFIJ
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Técnico/a Comercial
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Nível IV
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PROFIJ
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Técnico/a Apoio à
Gestão
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Nível
IV, tipo 6
Alunos
com frequência do 12º ano, com até 3 disciplinas em atraso
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PROFIJ
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ESVN
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Técnico de Agencias de Viagens e Transportes
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Nível IV
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PROFIJ
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Técnico de Qualidade
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Nível IV
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PROFIJ
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EBI Francisco Ferreira Drummond
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Operador Agrícola
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Nível II Tipo 3
Alunos com 8º ou 9º ano por concluir
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PROFIJ
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Assistente Familiar e de Apoio à Comunidade
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Nível
II Tipo 3
Alunos
com 8º ou 9º ano por concluir
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PROFIJ
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EPPV
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Técnico de produção Agropecuária
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Nível IV
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Profissional
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Técnico de Cozinha/Pastelaria
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Nível IV
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Profissional
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Técnico de Processamento e Controlo de Qualidade
Alimentar
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Nível IV
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Profissional
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Técnico de Multimédia
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Nível IV
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Profissional
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EBS Tomás de Borba
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Técnico de Designe de Comunicação
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Nível IV
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INETESE
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Técnico de Vendas
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Nível IV
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Profissional
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EPSCMAH
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Técnico de Animação e Informação Turismo
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Nível IV
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Profissional
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Técnico de Gestão Cinegético
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Nível IV
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Profissional |
Oferta Formativa
No passado dia 10 de Maio, realizou-se no auditório da Escola Secundária Vitorino Nemésio uma sessão de esclarecimento sobre os cursos PROFIJ e PROFISSIONAIS de nível II tipo 3, nível IV e nível IV tipo 6 que abriram inscrições para o próximo no letivo.
Assim, o Serviço de Psicologia e Orientção da ESVN quer agradecer às escolas presentes, ESJEA, EBS Tomás de Borba, EPPV, INETESE e EPSCMAH.
terça-feira, 9 de maio de 2017
sexta-feira, 5 de maio de 2017
"Eles têm aulas sobre emoções e passaram a zangar-se menos" in Público
Identificar as emoções e aprender a geri-las desde pequenos é também uma forma de prevenir problemas na infância e adolescência, diz directora de escola de Leiria. Num congresso no ISCTE vai-se debater a empatia.
Valentim, 7 anos, diz que está ali “para aprender a ficar mais alegre”. A alegria foi um dos sentimentos que estavam a trabalhar na aula a partir de um pequeno vídeo de animação. Da alegria foram até ao orgulho. “Sinto orgulho quando sinto que vou conseguir”, define Valentim, que dirá depois ao PÚBLICO que a "atitude" de que "gosta mais" é a paciência. “Às vezes fico impaciente porque o meu mano mais novo está sempre a interromper-me e não quero ficar assim."
Ao fim de quase dois anos de escola das emoções, há crianças no jardim-escola João de Deus, em Leiria, que “começaram a questionar-se mais sobre como o outro se sente, a antever a sua reacção e a adoptar comportamentos” em função dessa percepção, relata Vera Sebastião, directora daquele estabelecimento de ensino.
O projecto tem sido desenvolvido em parceria com a Associação Escola das Emoções, criada em 2014, com o objectivo de levar aos mais novos “ferramentas para poderem conhecer-se melhor”, diz Marco Coelho, presidente da organização, acrescentando que o que está em causa “não é controlar as emoções, mas sim saber identificá-las e geri-las”.
Entre sexta-feira e sábado, a escola de Leiria e a associação promovem no ISCTE, em Lisboa, o seu segundo congresso sobre educação emocional, sob o tema De dentro para fora – como nasce a empatia. E mesmo que ainda possam não saber exactamente o que quer dizer a palavra empatia, este é o sentimento vivenciado por muitos dos alunos que frequentas as aulas das emoções, que no jardim-escola João de Deus faz parte do currículo das crianças de 4 e 5 anos de idade e é também oferecido como actividade de enriquecimento curricular para alunos até aos 9 anos, assegura Sílvia Branco, uma das psicólogas da associação.
“Conseguem olhar para o outro e perceber o que se está a passar”, especifica. “É um projecto ajustado à ideia da vivência em conjunto. E isto é importante porque quanto melhor soubermos relacionar-nos com os outros, mas felizes seremos”, afirma Vera Sebastião, para acrescentar que “é também um projecto preventivo já que pode ajudar desde cedo a resolver problemas muito comuns na infância e na adolescência”. Tudo isto, frisa, é tanto mais importante quanto hoje em dia as crianças “vivem cada vez mais individualmente têm cada vez mais dificuldades em saber lidar com as frustrações”.
E frustração é precisamente o sentimento que Jaime, de 8 anos, aponta quando questionado sobre qual sentimento escolheria. “É quando estamos tão ansiosos por irmos ganhar e depois não conseguimos. Se soubermos o que isto é ficamos melhor”, diz. Jaime é um dos seis alunos que participaram na aula das emoções a que o PÚBLICO assistiu. Diz que “tem aprendido os sentimentos e a reagir com os outros”. Resultado? “Zango-me menos, mesmo quando os meus irmãos se põem a refilar."
"Menos medos, menos birras"
No início do ano lectivo e no final a equipa da Associação Escola das Emoções faz um teste aos alunos de modo a aferir a sua evolução. Os resultados do ano passado mostraram que no final “havia mais medos resolvidos, menos birras, maior controlo da agressividade”, diz Sílvia Branco.Vera Sebastião confirma que estas mudanças também se fazem sentir nas outras aulas. Aliás, no jardim-escola João de Deus não são só as crianças que passam pelas aulas das emoções. Também as educadoras e professores foram assistindo de modo a ganhar formação na área. Vera Sebastião defende que a educação emocional devia fazer parte da formação inicial dos docentes.
Seria um primeiro passo para outro ainda maior que a associação defende – a inclusão desta componente no currículo nacional. Recordam a propósito que no relatório da OCDE Skills Strategy Diagnostic report Portugal 2015 se recomenda que “o ensino em Portugal deve dar maior ênfase ao desenvolvimento de competências emocionais (….), consideradas vitais na redução do abandono escolar e melhoria da qualidade e equidade na escola”.
Na aula das emoções, em Leiria,
Tomé, de oito anos, recusa-se a responder às perguntas do PÚBLICO. A
todas menos a uma. Que sentimento escolheria para aquele momento?
“Aflição.” Também recusou dizer porquê.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Diferenciação Pedagógica
DGE 2017-03-21
"Diferenciar
é distinguir a diferença. Entende-se conscientemente que um grupo de
pessoas, também em contexto escolar, é sempre heterogéneo. A organização
faz-se em função desta heterogeneidade desenvolvendo a diferenciação
pedagógica.
Abordamos a diferenciação pedagógica em mono- e pluridocência nos vários
ciclos de ensino, incluindo no ensino superior. Percorremos a
planificação cooperada, o trabalho a pares, a pesquisa diferenciada, o
trabalho em equipa, as comunicações no grupo e os instrumentos de
avaliação.
É feita a distinção entre diferenciação pedagógica e diversificação
curricular, relacionando a diferenciação pedagógica com o currículo e o
conhecimento na educação básica e na educação de adultos. Destaca-se o
isomorfismo no projeto de aprendizagem em todos os contextos de educação
e formação."
Veja o Webinar e saiba como... diferenciar!
Orador convidado: Pascal Paulus
quarta-feira, 12 de abril de 2017
EXPOSIÇÃO
A
CONSTRUÇÃO DE UM CONCEITO COMUM DE VIOLÊNCIA
Esta
exposição nasce de uma atividade do Programa de Combate à Violência e Promoção da Cidadania.
Depois de pequenas comunidades de pensamento, as turmas, refletirem acerca do
construto de violência, foram convidadas a construir a sua própria definição
deste conceito. Em todos os grupos, o debate foi aceso, tolerante e inclusivo.
A participação foi ativa por parte de todos: professores e alunos, guiados
pelos seus mentores!
Numa coisa
estivemos todos de acordo: a cidadania é um caminho para a paz!
E PARA
AS NOSSAS PEQUENAS COMUNIDADES…
O QUE É A VIOLÊNCIA?
Foi o que procurámos perceber.
Visite no átrio da ESVN e deixe o seu comentário!
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