terça-feira, 16 de maio de 2017

Oferta Formativa 2017/2018 - Pico - S. Jorge - S.Miguel



Escola
Curso
Nível/Tipo
Tipologia do Curso

ESCOLA PROFISSIONAL VILA FRANCA DO CAMPO
Técnico de Contabilidade
Nível IV


Profissional

Técnico de Cozinha/Pastelaria
Nível IV
Profissional

ESCOLA PROFISSIONAL RIBEIRA GRANDE
Técnico de Recepção
Nível IV
PROFISSIONAL

Técnico de Informática de Gestão
Nível IV
PROFISSIONAL
ESCOLA PROFISSIONAL DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE
Técnico de Agro-Pecuária
Nível IV
PROFISSIONAL
PONTA DELGADA
Técnico de Desenho Digital 3D
Nível IV
PROFISSIONAL
ESCOLA PROFISSIONAL DAS CAPELAS
Técnico de Restaurante/Bar
Nível IV
PROFISSIONAL

Técnico de Cozinha/Pastelaria
Nível IV
PROFISSIONAL
ESCOLA PROFISSIONAL DO PICO
Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos
Nível IV
Profissional

Técnico de Apoio Psicossocial
Nível IV
Profissional
Escola Profissional da Ilha de São Jorge
Manutenção Industrial/Mecatrónica Automóvel
Nível IV
Profissional
Produção Agropecuária
Nível IV
Profissional

Turismo Ambiental e Rural
Nível IV
Profissional

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Oferta Formativa para o próximo ano letivo 2017/2018. Aos decididos e aos indecisos, é sempre uma mais valia consultarem as opções que têm! Boa decisão


Oferta Formativa Cursos Profissionais e Profij Nível II tipo 3, Nível IV e Nível IV tipo 6



Escola
Curso
Nível/Tipo
Tipologia do Curso
ESJEA
Operador/a Distribuição
Nível II Tipo 3
Alunos com 8º ou 9º ano por concluir
PROFIJ
Técnico/a Cozinha/Pastelaria
Nível IV
PROFIJ
Técnico/a Restaurante/Bar
Nível IV
PROFIJ
Técnico/a Desporto
Nível IV
PROFIJ
Animador Sociocultural
Nível IV
PROFIJ
Técnico/a Auxiliar de Saúde
Nível IV
PROFIJ
Técnico/a Comercial
Nível IV
PROFIJ
Técnico/a Apoio à Gestão
Nível IV, tipo 6
Alunos com frequência do 12º ano, com até 3 disciplinas em atraso
PROFIJ
ESVN
Técnico de Agencias de Viagens e Transportes
Nível IV
PROFIJ
Técnico de Qualidade
Nível IV
PROFIJ
EBI Francisco Ferreira Drummond
Operador Agrícola
Nível II Tipo 3
Alunos com 8º ou 9º ano por concluir
PROFIJ
Assistente Familiar e de Apoio à Comunidade
Nível II Tipo 3
Alunos com 8º ou 9º ano por concluir
PROFIJ
EPPV
Técnico de produção Agropecuária
Nível IV
Profissional
Técnico de Cozinha/Pastelaria
Nível IV
Profissional
Técnico de Processamento e Controlo de Qualidade Alimentar
Nível IV
Profissional
Técnico de Multimédia
Nível IV
Profissional
   EBS Tomás de Borba
Técnico de Designe de Comunicação
Nível IV

INETESE
Técnico de Vendas
Nível IV
Profissional
EPSCMAH
Técnico de Animação e Informação Turismo
Nível IV
Profissional
Técnico de Gestão Cinegético
Nível IV
Profissional

Oferta Formativa

No passado dia 10 de Maio, realizou-se no auditório da Escola Secundária Vitorino Nemésio uma sessão de esclarecimento sobre os cursos PROFIJ e PROFISSIONAIS de nível II tipo 3, nível IV e nível IV tipo 6 que abriram inscrições  para o próximo no letivo. 



Assim, o Serviço de Psicologia e Orientção da ESVN quer agradecer às escolas presentes, ESJEA, EBS Tomás de Borba, EPPV, INETESE  e EPSCMAH.

 

sexta-feira, 5 de maio de 2017

"Eles têm aulas sobre emoções e passaram a zangar-se menos" in Público

 

Identificar as emoções e aprender a geri-las desde pequenos é também uma forma de prevenir problemas na infância e adolescência, diz directora de escola de Leiria. Num congresso no ISCTE vai-se debater a empatia.
Valentim, 7 anos, diz que está ali “para aprender a ficar mais alegre”. A alegria foi um dos sentimentos que estavam a trabalhar na aula a partir de um pequeno vídeo de animação. Da alegria foram até ao orgulho. “Sinto orgulho quando sinto que vou conseguir”, define Valentim, que dirá depois ao PÚBLICO que a "atitude" de que "gosta mais" é a paciência. “Às vezes fico impaciente porque o meu mano mais novo está sempre a interromper-me e não quero ficar assim."

Ao fim de quase dois anos de escola das emoções, há crianças no jardim-escola João de Deus, em Leiria, que “começaram a questionar-se mais sobre como o outro se sente, a antever a sua reacção e a adoptar comportamentos” em função dessa percepção, relata Vera Sebastião, directora daquele estabelecimento de ensino.
O projecto tem sido desenvolvido em parceria com a Associação Escola das Emoções, criada em 2014, com o objectivo de levar aos mais novos “ferramentas para poderem conhecer-se melhor”, diz Marco Coelho, presidente da organização, acrescentando que o que está em causa “não é controlar as emoções, mas sim saber identificá-las e geri-las”.


Entre sexta-feira e sábado, a escola de Leiria e a associação promovem no ISCTE, em Lisboa, o seu segundo congresso sobre educação emocional, sob o tema De dentro para fora – como nasce a empatia. E mesmo que ainda possam não saber exactamente o que quer dizer a palavra empatia, este é o sentimento vivenciado por muitos dos alunos que frequentas as aulas das emoções, que no jardim-escola João de Deus faz parte do currículo das crianças de 4 e 5 anos de idade e é também oferecido como actividade de enriquecimento curricular para alunos até aos 9 anos, assegura Sílvia Branco, uma das psicólogas da associação.
“Conseguem olhar para o outro e perceber o que se está a passar”, especifica. “É um projecto ajustado à ideia da vivência em conjunto. E isto é importante porque quanto melhor soubermos relacionar-nos com os outros, mas felizes seremos”, afirma Vera Sebastião, para acrescentar que “é também um projecto preventivo já que pode ajudar desde cedo a resolver problemas muito comuns na infância e na adolescência”. Tudo isto, frisa, é tanto mais importante quanto hoje em dia as crianças “vivem cada vez mais individualmente têm cada vez mais dificuldades em saber lidar com as frustrações”.
E frustração é precisamente o sentimento que Jaime, de 8 anos, aponta quando questionado sobre qual sentimento escolheria. “É quando estamos tão ansiosos por irmos ganhar e depois não conseguimos. Se soubermos o que isto é ficamos melhor”, diz. Jaime é um dos seis alunos que participaram na aula das emoções a que o PÚBLICO assistiu. Diz que “tem aprendido os sentimentos e a reagir com os outros”. Resultado? “Zango-me menos, mesmo quando os meus irmãos se põem a refilar."

"Menos medos, menos birras"

No início do ano lectivo e no final a equipa da Associação Escola das Emoções faz um teste aos alunos de modo a aferir a sua evolução. Os resultados do ano passado mostraram que no final “havia mais medos resolvidos, menos birras, maior controlo da agressividade”, diz Sílvia Branco.

Vera Sebastião confirma que estas mudanças também se fazem sentir nas outras aulas. Aliás, no jardim-escola João de Deus não são só as crianças que passam pelas aulas das emoções. Também as educadoras e professores foram assistindo de modo a ganhar formação na área. Vera Sebastião defende que a educação emocional devia fazer parte da formação inicial dos docentes.
Seria um primeiro passo para outro ainda maior que a associação defende – a inclusão desta componente no currículo nacional. Recordam a propósito que no relatório da OCDE Skills Strategy Diagnostic report Portugal 2015 se recomenda que “o ensino em Portugal deve dar maior ênfase ao desenvolvimento de competências emocionais (….), consideradas vitais na redução do abandono escolar e melhoria da qualidade e equidade na escola”. 
Na aula das emoções, em Leiria, Tomé, de oito anos, recusa-se a responder às perguntas do PÚBLICO. A todas menos a uma. Que sentimento escolheria para aquele momento? “Aflição.” Também recusou dizer porquê.



quarta-feira, 3 de maio de 2017

Diferenciação Pedagógica


"Diferenciar é distinguir a diferença. Entende-se conscientemente que um grupo de pessoas, também em contexto escolar, é sempre heterogéneo. A organização faz-se em função desta heterogeneidade desenvolvendo a diferenciação pedagógica.
Abordamos a diferenciação pedagógica em mono- e pluridocência nos vários ciclos de ensino, incluindo no ensino superior. Percorremos a planificação cooperada, o trabalho a pares, a pesquisa diferenciada, o trabalho em equipa, as comunicações no grupo e os instrumentos de avaliação.
É feita a distinção entre diferenciação pedagógica e diversificação curricular, relacionando a diferenciação pedagógica com o currículo e o conhecimento na educação básica e na educação de adultos. Destaca-se o isomorfismo no projeto de aprendizagem em todos os contextos de educação e formação."

Veja o Webinar e saiba como... diferenciar! 
Orador convidado: Pascal Paulus
 


quarta-feira, 12 de abril de 2017

EXPOSIÇÃO



A CONSTRUÇÃO DE UM CONCEITO COMUM DE VIOLÊNCIA

Esta exposição nasce de uma atividade do Programa de Combate à Violência e Promoção da Cidadania. Depois de pequenas comunidades de pensamento, as turmas, refletirem acerca do construto de violência, foram convidadas a construir a sua própria definição deste conceito. Em todos os grupos, o debate foi aceso, tolerante e inclusivo. A participação foi ativa por parte de todos: professores e alunos, guiados pelos seus mentores!

Numa coisa estivemos todos de acordo: a cidadania é um caminho para a paz!


E PARA AS NOSSAS PEQUENAS COMUNIDADES…

O QUE É A VIOLÊNCIA?


Foi o que procurámos perceber.

Visite no átrio da ESVN e deixe o seu comentário!