terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Animação emocionante reflete: 'para que educamos as crianças'?

"Se a um ser humano dizemos que a única coisa que importa de tudo o que está fazendo agora é preparar-se para continuar vivendo, estamos falando a um escravo, e não a ser humano".
A fala acima é da psicóloga argentina Silvia Bleichmar. Em entrevista ao Toda Criança Aprender, ela levanta uma questão urgente quando o assunto é educação infantil e sociedade: por que (e, principalmente, para que, educamos as nossas crianças?
É justamente sobre essa questão que se debruça uma animação encantadora, produzida por Daniel Martínez e Rafa Cano Méndez. O filme "Alike" ("Igual") consegue, em menos de dez minutos, fazer uma reflexão profunda sobre os papéis sociais que transmitimos para uma criança, e como os valores de vida que comunicamos em nossas atitudes refletem no modo como as crianças percebem seu papel no mundo.
Na história, o personagem Copi é um pai trabalhador e engajado, que se preocupa em ensinar o caminho certo para seu filho. Porém, a rotina atribulada não lhe deixa para refletir por que faz isso, e mais importante, para que faz isso. Ele só cumpre horários, executa tarefas e ensina o filho a repetir este comportamento.
O desenrolar dos acontecimentos mostra como, muitas vezes, copiamos os padrões que nos ensinaram, sem parar para refletir qual o sentido daquilo. Afinal, 'certo' e 'errado' são valores social e historicamente construídos, e mais importante do que introjetá-los em nossas vidas, é refletir sobre o que funciona para cada indivíduo e cada família.
Por sua sensibilidade e linguagem poética e delicada, o vídeo pode ser utilizado em sala de aula, por educadores que queiram propor uma discussão sobre sociedade, cultura, economia, valores familiares, padrões comportamentais e relações interpessoais. Assista:

"Vamos ensinar a pescar!"


A produtora norte-americana de cinema Pixar lançou uma nova curta-metragem chamada "Piper". Esta conta a história de um filhote de ave que está às voltas com o processo de amadurecimento.
Esta não é uma fase simples da vida para nenhuma criatura, mas, se colocar-mos um pouquinho de imaginação, tudo dá certo. Uma curta realmente meiga e cheia de sentido!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Orientação Educacional e Vocacional 16|17

9º Ano e agora??


Como é do conhecimento de todos, no final do 9º ano de escolaridade os alunos terão de tomar uma decisão muito importante, ou seja, escolher o curso que iram frequentar. 
Assim, desde o dia 7 de Novembro de 2016 que junto das turmas de 9º ano se tem trabalhado a preparação desta escolha.
O Serviço de Psicologia e Orientação sugere então que, desde já, os alunos de forma autónoma explorem o mundo das profissões e do trabalho. Apresentam-se em seguida, alguns sites que vos podem ajudar a conhecer melhor as actividades profissionais e as vossas opções no prosseguimento de estudo.






Após o 9º Ano ainda há muito para aprender e várias possibilidades de te qualificares para poderes exercer uma profissão. Vê com atenção a imagem seguinte  que representa o Sistema Educativo Português.  



PARA QUE VAI SERVIR A Orientação Vocacional?


Auto-conhecimento  Todos somos bons em alguma coisa e cabe a cada um de nós descobri-lo!
Conhecimento das profissões e das actividades dos profissionais
Conhecimento das oportunidades de formação… os cursos existentes nesta e noutras escolas
Reflexão   sobre o que queres fazer, para onde queres ir… imaginar cada possibilidade
Decisão  Escolher um rumo é  assumir um projecto pessoal de estudante.

ATENÇÃO
As decisões tomadas no final do 9º Ano são vinculativas, mas não são irreversíveis. É sempre possível reformular as escolhas. Qualquer que seja a tua escolha, o mais importante é que estabeleças os objectivos para os teus estudos e faças tudo para os alcançar!   

A importância das emoções

Trabalhar as emoções desde cedo é fundamental. É o reconhecimento das emoções que nos irá auxiliar a compreendê-las, lidar melhor com as situações e o com aquilo que sentimos, solucionar conflitos com mais facilidade e com menos sofrimento.
Reconhecer as emoções é importante também por proporcionar o desenvolvimento da “empatia” nos jovens, que é, em linhas gerais, a capacidade de compreender e colocar-se no lugar do outro.

Por todos os motivos enunciados, no passado dia 19 de Outubro, foi elaborado com os alunos do 9ºJ um trabalho com vista ao desenvolvimento destas capacidades.