sexta-feira, 20 de maio de 2016

Futuro

Finalizamos hoje o processo de orientação vocacional com os alunos do 9º ano de escolaridade.

O SPO deseja a todos eles um futuro cheio de significados!

Inspirem-se! Façam boas escolhas... vocacionais...

Os sonhos, os desejos, os sentidos, as vontades é que "têm saída"!







quinta-feira, 12 de maio de 2016

OFERTA FORMATIVA 2016 2017

Aqui poderá encontrar toda a informação necessária para efetuar as candidaturas aos cursos profissionais e profij que estarão disponíveis nas escolas da Ilha terceira no ano letivo de 2016 2017. 


CLIQUE NO LINK ABAIXO!

https://sites.google.com/site/ofertaformativa1617/


OFERTA FORMATIVA 2016/2017


CURSOS PROFISSIONAIS / PROFIJ

NÍVEL IV (12º Ano)


ESCOLA

Opção

ES Jerónimo E Andrade
T. de Análises Laboratoriais (PROFIJ)

T. Logística (PROFIJ)

T. Secretariado (PROFIJ)

Rececionista de hotel (PROFIJ)

EBI Tomás de Borba
T. Técnico de Apoio à Infância (Profissional)

Design de Comunicação (Artístico)


ES Vitorino Nemésio
Artesão das Artes de Metal (PROFIJ)

Animador Sociocultural (PROFIJ)


E. Profissional Praia da Vitória
Hotelaria e restauração: mesa e bar (Profissional)

T. de Eletrónica (Profissional)

T. de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos (Profissional)

T. de Receção (Profissional)

E. Profissional SCMAH
(S. Carlos)
T. Comercial

T. Informática e Gestão

INETESE
(Angra do Heroísmo)
T. de Agências de Viagens e Transportes (Profissional)

OFERTA FORMATIVA 2016/2017





CURSOS PROFIJ

NÍVEL II (9º Ano)

ESCOLA

ES Jerónimo E Andrade
Operador Agrícola II - III
Operador de Distribuição Nível II - III

ES Vitorino Nemésio
Assistente Administrativo Nível II - II
Operador de Informática Nível II - II

EBI Biscoitos
Operador de Informática Nível II - II

EBI Angra
Operador de Jardinagem Nível II - II
Acompanhamento de Crianças Nível II - II

terça-feira, 3 de maio de 2016

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Como proteger o seu filho do Bullying??!!

O bullying, é uma forma de assédio moral ou físico que acontece entre crianças, é hoje uma preocupação para a maioria dos pais. Para detectar e proteger o seu filho desta situação, deve estar atento aos sinais.
Os pais devem também conhecer e falar regularmente com os professores, monitores e pais de colegas, estando a par de como estão construídas as relações sociais dentro do grupo.
“Sempre que há grupos de muitas crianças juntas, parte do desenvolvimento das competências sociais pode traduzir-se em bullying”, explica Joel Haber, psicólogo clínico, ao site Everyday Health.
A atenção dos pais a este fenómeno não deve limitar-se ao contexto escolar. Deve também ter atenção às actividades extracurriculares, principalmente aquelas em que a criança passa mais tempo como em acampamentos de escuteiros ou visitas de estudo que impliquem mais do que um dia. “Ao contrário da escola, não há muitas ocupações num acampamento para os miúdos a não ser desenvolver as suas relações sociais, portanto é o ambiente mais propício à existência de bullying”, afirma o especialista.
Joel Haber explica que se o seu filho subitamente começa a deixar de querer ir para uma actividade que antes gostava, esse é um sinal claro de que poderá haver algum problema. Pode não ser bullying e até tratar-se de outra complicação – ansiedade, fobias, depressão ou algum desconforto com os adultos que monitorizam a actividade. Deve tentar perceber o que se passa.
As crianças mais pequenas costumam mesmo fingir má-disposição física para evitar as actividades e algumas desenvolvem efectivamente sintomas como dores de barriga ou de cabeça resultantes da ansiedade.
“É importante falar de forma natural sobre o bullying mesmo antes de a criança ir para as actividades. Dizer coisas como ‘olha, vais divertir-te muito, mas podem existir momentos menos bons”. Os pais devem ensinar os filhos como reagir caso os colegas tenham comportamentos menos positivos com eles. Esta aprendizagem depende da idade e maturidade da criança. Nos mais velhos, pode encorajar a criança a reagir com humor, não se mostrando intimidada, ou simplesmente ignorando o agressor. “Se a criança conseguir lidar sozinha com o bullying vai sentir-se mais feliz e confiante por ter solucionado o problema de forma autónoma”, explica o psicólogo. Mas se ainda assim o problema não ficar resolvido, o seu filho deve estar instruído para falar abertamente com um adulto da sua confiança, seja um professor, um irmão mais velho ou os próprios pais. O mais importante é a criança ou adolescente sentir que não está sozinho.
Os pais devem também conhecer e falar regularmente com os professores, monitores e pais de colegas, estando a par de como estão construídas as relações sociais dentro do grupo. Deve saber com quem brinca o seu filho e falar sobre como correu o dia na escola. 
Fonte: sol.pt
http://goo.gl/jfer9b